Universo Católico Especial - A Paixão
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A PAIXÃO SEGUNDO MEL GIBSON   Exibir em PDF  Imprimir  Envia por E-mail 
ImageViolento? Anti-semita? Fiel aos relatos evangélicos? Deturpador da História? Como já vinha acontecendo desde antes do início das filmagens, A Paixão de Cristo, do ator/produtor/diretor Mel Gibson, com Jim Caviezel como protagonista, está, sem trocadilho, despertando paixões. Tanto Gibson como Caviezel são homens do mundo do cinema, como todos sabem. O que não era — pelo menos até agora — de conhecimento geral é que ambos são católicos.

Que artistas católicos resolvam fazer um filme sobre Jesus — no caso sobre as doze horas anteriores à sua morte na cruz — não chega a ser tão espantoso como outro fenômeno que estamos presenciando: de uma hora para outra, artistas, jornalistas e intelectuais, gente que não só não entende nada de Sagrada Escritura, Cristianismo, Igreja Católica, História Bíblica —, como também fazem questão de combater, difamar, ignorar ou debochar de tudo que seja cristão, viraram os defensores da Bíblia e começaram a pontificar sobre o que no filme é ou não coerente com as Escrituras, se a "ênfase na materialidade da dor" não esconde o "significado espiritual", e coisas do gênero.


Neste especial o Universo Católico reuniu notícias e artigos direta ou indiretamente relacionados ao filme. Nossa intenção é fornecer subsídios para que seja visto sob uma perspectiva católica — inclusive com a diversidade de abordagens que isso significa — e possa alimentar a inteligência da nossa fé.


São Pedro, cuja participação nos eventos da Paixão não foi das mais brilhantes, mas que soube se deixar amar, perdoar e salvar pelo Senhor, ensina que devemos saber dar, a quem nos pedir, "as razões da nossa esperança". João Paulo II, que carrega em sua mão o peso tremendo do Anel do Pescador, acaba de nos pedir a mesma coisa: "um salto de qualidade no campo intelectual para podermos dar respostas aos questionamentos sobre o sentido da vida propostos por uma sociedade na qual avança a indiferença religiosa". Ora, não há argumento que fale mais alto do que aquele Sangue, por nós e para nós derramado na Cruz.


Alexandre Ramos da Silva

pela Redação do Universo Católico